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Os painéis encontrados foram pintados principalmente em abrigos e paredões pouco protegidos contra agentes intempéricos como chuva, vento e sol. Todos os painéis encontram-se relativamente próximo a fontes de água como cacimba, caldeirões e olhos d’água. Segundo Etchevarne (2007), “os setores dos componentes rochosos escolhidos e transformados em suportes de grafismos, são na sua maioria lisos, planos ou pouco ondulados”. As rochas oferecem condições físicas particulares que devem ter sido consideradas na escolha dos locais para a realização das pinturas. A cobertura vegetal é formada por caatinga hiper-xerófila arbustiva e arbórea, distribuída em solos abertos. É frequente a ocorrência de cactos como xiquexique (cephaloceureus gounelli), facheiro (cephaloceureus piauihiensis) e mandacaru (cereus jamacuru), aglomerações rasteiras de macambira e coroa de frade e de espécies da Mata Atlântica, com presença de canela (Nectandra sp.), pau d’óleo (Caesalpiniaceae sp.), amescla-de-cheiro (Protium heptaphyllum) e imbaúba (Cecropia sp.). Encontrou-se
painéis com uma figura zoomorfa acompanhada de grafismos reconhecidos em seis
das 13 feições de relevo visitadas. Eles apresentam composição e distribuição
de figuras semelhantes aos painéis que Kestering (2007) identificou na sua
unidade de pesquisa e caracterizou como cenografias emblemáticas da hipotética
Tradição São Francisco. Decidiu-se, por isso, fazer sobre eles uma análise da
dimensão cenográfica a partir das temáticas identificadas nos painéis. Na
dimensão cenográfica observou-se as variáveis da composição, do movimento, da
quantidade e da morfologia dos grafismos.
Para fundamentar a análise e inseri-la no contexto das pesquisas que vêm sendo realizadas na região Nordeste do Brasil, fez-se uma síntese evolutiva do quadro teórico construído ao longo dos anos. Ela serve para justificar a utilização dos parâmetros que dão relativa consistência às proposições referentes à cenografia emblemática da hipotética Tradição São Francisco.
As
representações rupestres, enquanto linguagens de sociedades extintas, não podem
ser interpretadas, uma vez que a percepção do meio em que foram feitas, há
milhares de anos, era totalmente diferente da nossa. Entretanto, estas
manifestações constituem um dos vestígios que foram deixados pelas sociedades
pré-históricas que aqui viveram. Elas fazem parte do que se dispõe para
compreender a sua passagem pelos lugares que ocuparam (SANTAELLA, 1983).
Inicialmente,
estes grafismos eram compreendidos como simples representações artísticas ou
mágicas, carregadas de espiritualidade. Em um período posterior, quando Leroi-Gourhan
e Annette Laming-Emperaire começaram a propor metodologias sistemáticas para
seu estudo, passaram a ser reconsideradas como uma linguagem simbólica. Assim,
essas manifestações começaram a ser estudadas a partir da sua organização nos
painéis. Fundamentados em pressupostos estruturalistas, esses pesquisadores
propunham que a composição dos painéis e a distribuição das figuras nos
suportes eram a materialização de um código socialmente construído pelos grupos
pré-históricos. Para eles, apesar de não ser possível desvendar a mensagem dessas
manifestações, elas são resquícios da pré-história que podem ser estudados na
tentativa de identificar atributos culturais das populações autoras. Pesquisar
as pinturas rupestres como códigos materializados do sistema de comunicação de
sociedades extintas pode contribuir para o reconhecimento de identidades de
grupos pré-históricos que ocuparam uma determinada região.
As
representações rupestres são compostas por características que variam de acordo
com a região onde estão localizadas ou mesmo de acordo com o período de sua
elaboração. Dessa forma, há a necessidade de segregar essas manifestações em
classes representativas denominadas convencionalmente “tradições”. Este termo,
segundo Silva (2000), foi introduzido na Arqueologia brasileira pelo Programa
Nacional de Pesquisas Arqueológicas – PRONAPA, na década de 1960.
O primeiro trabalho a ter
por base os objetivos do PRONAPA para classificações em Arqueologia foi o de
Valentin Calderón (1971) que definiu tradição como:
O conjunto de
características que se refletem em diferentes sítios ou regiões, associadas de
maneira similar, atribuindo cada uma delas ao complexo cultural de grupos
étnicos diferentes que as transmitiam e difundiam, gradualmente modificadas,
através do tempo e do espaço.
No Estado da Bahia, região
Norte da Chapada Diamantina, Calderón (1971) identificou dois conjuntos
distintos de pinturas rupestres que classificou como Tradição Realista e
Tradição Simbolista. Segundo Calderón (1983:30), a Tradição Realista “se
caracteriza pelos esforços realizados em todas as suas fases para reproduzir
figuras antropomorfas ou zoomorfas com a maior fidelidade, permitindo
identificar, facilmente, as ações que estão realizando”.
Ainda segundo Calderón
(1983: 15-16), a Tradição Simbolista
Pessis (1992), definiu
tradição como o ordenamento de registros gráficos que teriam sido produzidos
por grupos que compartilhavam de uma mesma identidade cultural. Para definir um
conjunto de pinturas como sendo de uma determinada tradição, Guidon (1979)
considerou:
Considerando estes aspectos,
Guidon (1979) classificou as pinturas da região Nordeste em Tradição Nordeste,
Agreste, e Geométrica. Segundo Pessis (1992), essa classificação era preliminar
e visava identificar as especificidades do meio cultural dos grupos
pré-históricos. Ter-se-ia que obter cronologias, desvendar o contexto arqueológico
e aprofundar a caracterização da temática, da técnica e das formas de
apresentação gráfica para que outras classificações pudessem ser feitas com o
objetivo de reconhecer a identidade de seus autores.
3.1 Tradição Nordeste
A tradição Nordeste está presente em toda a região Nordeste do Brasil,
mas todos os indícios arqueológicos indicam que sua origem se encontraria na
região do Parque Nacional Serra da Capivara, onde foi descoberta, até agora, a
maior densidade de pinturas dessa tradição. São pinturas realizadas por grupos
humanos que se estabeleceram nesse território e permaneceram nele durante, ao
menos, seis mil anos. Entre 12.000 e 6.000 anos, está comprovada, na região, a
presença da Tradição Nordeste.
Até o momento, as evidências apontam o Sudeste
do Piauí como o centro dessa tradição. Todavia, mais três áreas de expansão
podem ser admitidas: a Chapada Diamantina e a área de Central, na depressão do
Rio São Francisco, no estado da Bahia, e a região do Seridó, no estado de Rio
Grande do Norte, de onde posteriormente se expandiu em direção ao estado da
Paraíba (MARTIN, 1997).
As pinturas da Tradição Nordeste apresentam-se compostas por figuras conhecíveis, sendo freqüentes as figuras humanas, de animais e, em uma freqüência menor, as representações de plantas. São pequenas, medindo entre cinco e quinze centímetros. Apresentam cenas dinâmicas, com movimento e com uma grande variedade de temas dentre os quais a luta, a caça, a dança e o sexo. A cor predominante é a vermelha, aparecendo em várias tonalidades. É comum também a cor branca, a amarela, a preta e a cinza.
3.2Tradição agreste
A Tradição Agreste, [é] caracterizada pela presença de figuras humanas de
forma muito típica, raras figuras de animais e um número importante de
grafismos puros. São também muito raras as composições representando ações, e
as figuras sempre são representadas estáticas. Em alguns casos pode-se ter a
impressão de se ver uma representação de uma caçada, mas o único indício
visível é a proximidade pictural entre uma figura humana e um animal, não
aparecendo gestos ou armas que permitam uma afirmação segura do tipo de ação
desenvolvida. [...] a maior concentração de sítios acha-se na região do Agreste
do Estado de Pernambuco. Sua existência tem sido até agora datada em 9.000 a.
C., tendo uma dispersão muito grande em todo o Nordeste do país.
Tem-se observado
que, em diversos sítios arqueológicos do Agreste pernambucano predomina a
representação de círculos, quadrados, retângulos, espirais, linhas sinuosas,
ziguezagues, tridáctilos e desenhos geométricos. Jamais se saberá o que
poderiam significar visto que o mundo sensível e simbólico dos grupos
pré-históricos é muito recuado no tempo em relação aos paradigmas da atual
civilização ocidental. 3.3 Tradição geométrica
Segundo Beltrão (2003), as representações de grafismos geométricos podem ter sido obtidas através da ingestão de plantas alucinógenas, que são práticas comuns em rituais e cerimônias dos índios contemporâneos. O que mais impressiona é que representações semelhantes são encontradas em sítios arqueológicos de todo o planeta. Obviamente não se pode aceitar a hipótese de que havia um universo simbólico comum a todos os povos pré-históricos dispersos geograficamente, visto que uma representação de um círculo pode não ter o mesmo sentido para várias etnias de tempos e realidades diferentes. Segundo Martin (2005), Nos painéis de todas as
tradições e subtradições rupestres até agora registradas no Brasil, existem
grafismos puros, descritos como ‘abstratos’, ‘simbólicos’, ‘esquemáticos’ e
também ‘geométricos’. A definição do geométrico é aplicada quando o grafismo
lembra alguma das formas geométricas conhecidas... Nota-se um certo cacoete na
inclinação cômoda de atribuir-se a uma suposta tradição Geométrica todos os
grafismos puros que não se encaixam nas outras tradições definidas.
3.4 Tradição São Francisco
Os raros zoomorfos são quase que
exclusivamente peixes, pássaros, cobras, sáurios e talvez tartarugas. Notável é
a ausência dos cervídeos; não existe nenhuma cena, mesmo de tipo ‘implícito’,
mas existem, por vezes, trocadilhos entre biomorfos e sinais (na região de
Montalvânia). (...) A região norte mineira é caracterizada por representação de
pés humanos, armas (lanças, propulsores), instrumentos (cestas, tipiti, panela,
maracás? etc.) sem que haja cenas mostrando sua utilização (..) Perto de
Januária, a temática é muito mais variada. (...) Perto das nascentes do Rio São
Francisco (...) a porcentagem de animais aumenta, mantendo a bicromia mais
característica da tradição do vale, com a figura chapada amarela, e um contorno
vermelho. No norte mineiro, o preto e o branco foram também utilizados. (...)
Os autores destas obras demonstram frequentemente um sentido de ‘efeito’ nos
jogos de cores vivas e na organização interna das figuras geométricas mais
complexas (...) que torna os sítios extraordinariamente espetaculares.
Prous
(1992) e Gaspar (2003) referem-se ao conjunto de pinturas rupestres do Vale do
Rio São Francisco afirmando que nele “os motivos geométricos predominam, sendo
possível identificar também desenhos que apresentam formas humanas e animais.
3.5 Tradição astronómica
Beltrão (1986)
desenvolveu trabalhos de prospecções arqueológicas ao longo do Rio São
Francisco, estado da Bahia. Seus estudos relacionados a registros rupestres
associavam um conjunto de grafismos (cometas, lua, sol e estrelas) a eventos
celestes. Classificou-os como Tradição Astronômica.
3.6 Ambiguidades coneituais das tradições preliminares
Face ao exposto, deduz-se
que todas as tradições, exceto a Nordeste, são hipotéticas enquanto não tiverem
contexto arqueológico desvendado em amplo espaço e com datações que comprovem
longa cronologia. Além disso, são evidentes as
ambigüidades nas classificações de pintura rupestre. Deve-se isso ao fato de
que as classificações preliminares foram feitas sem referências espaciais e/ou
cronológicas.
3.7 Novos parametros para definicação de tradições
Analisando conjuntos
de registros gráficos, pode-se identificar preferências cenográficas e o padrão
de reconhecimento que os autores de uma determinada sociedade utilizam para
representar realidades (PESSIS, 1992).
Em relação
às pinturas rupestres, os atributos de identidade podem ser segregados nos
padrões de reconhecimento, cenografia, temática e técnica. Segundo Pessis
(1992), “a opção pela realização de grafismos com padrões de reconhecimento e de
cenografia é cultural”. Eles são transmitidos de geração em geração, durante
milênios. Grandes conjuntos gráficos segregados a partir da identificação de
padrões de reconhecimento e de cenografia são, por isso, classificados em
tradições.
Do ordenamento preliminar para as pinturas rupestres, a Tradição Nordeste foi a mais pesquisada. Nela as figuras são de caráter narrativo, com mais informações que os grafismos reconhecíveis. Além disso, ela concentra-se dominantemente no Parque Nacional Serra da Capivara onde se tem contexto arqueológico desvendado, com datações relativas obtidas em três décadas de escavação. A identificação do padrão de reconhecimento e da cenografia é fundamental para a filiação de determinados conjuntos de grafismos a uma Tradição. Das quatro tradições descritas, três apresentam grafismos com técnica e temática semelhantes. Desta forma, a identificação da cenografia recorrente na região de Lagoa do Mari pode contribuir para corroborar a Tradição São Francisco. A semelhança do padrão cenográfico de uma
extensa área ocupada por grupos pré-históricos que, provavelmente, realizaram
pinturas rupestres durante milênios, viabiliza a filiação hipotética do
conjunto gráfico da unidade de pesquisa a uma tradição (PESSIS, 1992).
Identifica-se padrões
cenográficos, na recorrência de composição e distribuição de grafismos nos
suportes, nas vertentes e nas feições de relevo. Na área de pesquisa, as
pinturas rupestres estão isoladas ou distribuídas em painéis de composição com
várias unidades, em diferentes espaços e alturas dos suportes.
4. METODOLOGIA
Iniciou-se a pesquisa com estudo bibliográfico sobre atributos que permitem o reconhecimento da identidade de grupos pré-históricos. Fez-se, em seguida, estudo sobre a importância do padrão de reconhecimento e da cenografia para o reconhecimento de identidades. Em seguida, realizou-se uma pesquisa imagética, tendo como base as pesquisas anteriores realizadas no Vale do Rio São Francisco. Para complementar a pesquisa, realizou-se uma série de atividades de campo destinadas a levantar painéis de pintura rupestre. Fez-se o registro das imagens com câmaras fotográficas digitais. A distribuição geográfica das feições de relevo foi definida com GPS GARMIN Etrex. Em laboratório, fez a distribuição espacial das feições de relevo com imagens feitas no Programa Arquigiz. Por fim, segregou-se as fotos de painéis com cenografias emblemáticas. Fez-se a identificação da cenografia emblemática da hipotética Tradição São Francisco com parâmetros utilizados por Kestering (2007) quando a identificou em sítios da região de Sobradinho. Vale lembrar que Beltrão também identificou um padrão cenográfico semelhante, com zoomorfos estáticos associados a grafismos reconhecíveis, na área de Central. Como metodologia de análise, fez-se a segregação dos painéis, utilizando-se ferramentas do adobe Photoshop. Realizou-se a análise da dimensão cenográfica a partir das temáticas identificadas nos painéis. Na dimensão cenográfica observou-se as variáveis: movimento, composição, quantidade de grafismos e morfologia.
5. ANÁLISE CENOGRÁFICA A análise permitiu constatar que cinco das seis feições de relevo em que se identificou conjuntos de pinturas representando um zoomorfo acompanhado de grafismos reconhecíveis tinham painéis da cenografia emblemática. São elas: os boqueirões do Batedor, do Jatobá, do Cícero Macambira, da Descoberta e o Serrote dos Caboclos (Fig. 5 e 6). Observou-se a representação de um zoomorfo acompanhado de até quatro grafismos reconhecíveis. Aferiu-se o movimento na representação de posturas na relação dos membros superiores e/ou inferiores do zoomorfo com o corpo. Não se identificou cenas com grande movimento. Constatou-se que, na maior parte das representações, os zoomorfos são estáticos ou com pouco movimento, com ângulos de aproximadamente 90° na junção dos membros com o tronco. Analisados esses elementos que compõem a cenografia,
aferiu-se a altura dos painéis dos painéis no suporte, constatou-se que variam
de zero a oito metros acima da superfície atual do terreno. Aferiu-se também
elementos técnicos como o tamanho e a cor. O tamanho dos zoomorfos varia entre
10 cm e 30 cm e a cor predominante é a vermelha.
6 CONSIDERAÇÕES
FINAIS
Pôde-se
observar que algumas cenografias analisadas nesse trabalho correspondem ao
padrão da cenografia realizado também na região de Central – BA. Isso
aumenta a probabilidade de estar presente em todo o vale do Rio São Francisco,
fortalecendo a hipótese de ser realmente emblemática da hipotética Tradição São
Francisco. Ressalta-se a semelhança morfológica de um zoomorfo de Central - BA
com o zoomorfo do painel do Serrote dos Caboclos (Fig. 7), e de outro, com o
zoomorfo do Boqueirão do Cícero Macambira (Fig. 8). As
atividades realizadas mostraram as atuais condições do patrimônio arqueológico
do Vale do São Francisco. Em sua maioria, encontra-se preservado devido ao
difícil acesso às feições de relevo com vestígios arqueológicos. Faz-se
necessário, entretanto, o desenvolvimento de uma política de preservação com a
conscientização das populações locais para preservar esse patrimônio cultural. Assim como balanço final, conclui-se que este trabalho juntou elementos que servem de referência para futuras pesquisas. Sugere-se o seu prosseguimento para identificação de cenografias emblemáticas da hipotética Tradição São Francisco em outras feições de relevo do município de Sento Sé e da região.
—¿Preguntas, comentarios? escriba a: rupestreweb@yahoogroups.com—
Kestering, Celito; de Lima Filho, Sebastião Lacerda y dos Reis, Sâmara. Cenografía emblematica da tradição São Francisco nas pinturas rupestres de Lagoa do Mari, em sento sé-ba. En Rupestreweb, http://www.rupestreweb.info/lagoamari.html
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