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O objetivo primordial de uma prospecção arqueológica
é compreender como os povos pretéritos relacionaram-se com o espaço e a
paisagem (BICHO, 2006). No estudo da área do Serrote da Gameleirinha, mediante
uma prospecção arqueológica, procurou-se desvendar parte do contexto em que as
pinturas rupestres foram feitas.
Com o levantamento do contexto ambiental buscou-se
identificar elementos da paisagem com a qual se relacionaram os grupos pré-coloniais
que ocuparam o Submédio São Francisco. Fez-se uma breve caracterização da área,
nos aspectos geológicos, geomorfológicos e ambientais, como pré-requisitos para
o estudo das pinturas rupestres que existem no Serrote da Gameleirinha.
O estudo do ambiente ou do contexto é fundamental
para a Arqueologia. Contexto é uma trama espacial e temporal que influencia a
cultura. Ele promove caracteres específicos nos artefatos e no conjunto de
achados arqueológicos (BUTZER, 1984, p. 4). O ambiente influencia na definição
das temáticas das pinturas rupestres. Como parte do sistema de comunicação,
elas sofreram mudanças, em função da modificação dos conhecimentos gerados pelo
sistema cognitivo dos autores, diante das modificações da paisagem com que se relacionavam.
O ambiente influenciou, também, diretamente nas técnicas
de realização que os grupos pré-coloniais utilizaram para representar as temáticas
das pinturas rupestres. É por isso que o estudo do contexto geológico,
geomorfológico e ambiental das feições de relevo onde elas foram realizadas
faculta o reconhecimento de atributos da identidade de seus autores. O
reconhecimento de atributos da identidade dos autores valida, por sua vez, a
identificação do território que eles ocuparam.
Os dados ambientais sugerem os espaços que grupos
pretéritos podiam ocupar para viver e realizar rituais próprios de sua cultura.
É por isso que os arqueólogos empenham-se, sempre mais, em compreender o
contexto do passado para identificar atributos culturais resultantes da relação
dos grupos com o ambiente (BAHN E RENFREW, 1998, p. 241). Há que se considerar,
porém, que o meio ambiente é dinâmico. Mesmo assim, é importante que o
pesquisador o tenha como referência quando analisa artefatos e vestígios
arqueológicos porque ele preserva elementos de períodos pretéritos.
As rochas que compõem o Serrote da Gameleirinha
pertencem ao grupo geológico Metagranitóides de Regime Transcorrente da Tectogênese
Transamazônica (Fig. 02). As rochas Metagranitóides pertencem ao conjunto de rochas
metaplutônicas muito antigas de origem ígnea, magmática ou eruptiva. A Tectogênese
Transamazônica ocorreu no Proterozóico Inferior, quando as primeiras formas de
vida unicelular avançada e multicelular começavam a aparecer no planeta há,
aproximadamente, dois bilhões de anos.
Os metagranitóides do serrote são constituídos de
metagranitosporfiríticos (γ4). Eles jazem em contatos difusos com rochas
do Complexo Ortognáissico Bandado (51) (ANGELIM, 1997, p. 46), formado no
Arqueano inferior, há, aproximadamente, quatro bilhões de anos (SUGUIO, 1998,
p. 62).
2.3.
Sítios arqueológicos
Identificaram-se onze sítios arqueológicos na feição
de relevo, denominados de Gameleirinha 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10 e 11, registrados
com códigos 030 (como referência para os sítios da Área Arqueológica de
Sobradinho) e o respectivo número do sítio (por exemplo, 030.1). Dos onze sítios
arqueológicos identificados, apenas três possuem pinturas rupestres. São eles
Gameleirinha 1, 2 e 3.
2.3.1.
Gameleirinha1
O sítio arqueológico Gameleirinha1 constitui-se
como um matacão (Fig.03) detentor de quarenta e seis pinturas rupestres
distribuídas em onze painéis. Apenas duas pinturas rupestres são conhecíveis e
as demais são reconhecíveis. Nesse sítio evidenciaram-se ainda artefatos líticos
(Fig. 04) e fragmentos de cerâmica (Fig. 05).
O sítio arqueológico Gameleirinha2(Fig.06) também é
constituído de um matacão de metagranito porfirítico. Possui apenas uma figura
reconhecível pintada na cor laranja, representada em um painel.
2.3.3.
Gameleirinha3
O sítio arqueológico Gameleirinha3 (Fig. 07), também
um matacão de metagranitoporfirítico, possui três pinturas rupestres distribuídas
em três painéis. Todas as figuras são reconhecíveis.
2.3.4. Gameleirinha4
O sítio arqueológico Gameleirinha4 é um afloramento
do maciço rochoso onde pode-se constatar a existência de uma oficina de
tritura, pois havia um pilão em rocha (Fig.08) e um artefato lítico triturador
(Fig. 09).
O sítio arqueológico Gameleirinha5 é uma cobertura
sedimentar cenozoica onde havia restos de uma residência com vestígios de fogão,
torno armador de rede, dobradiça, guarnição de porta, batente de entrada,
fragmentos de vidro, flandres, base para pote de cerâmica, panela de esmalte,
pilão esculpido em rocha e artefato lítico (Fig. 10).
O sítio arqueológico Gameleirinha6 também é um
afloramento do maciço rochoso, com evidências de oficina de tritura por conter
pilões em rocha e artefatos líticos (Fig. 11).
O sítio arqueológico Gameleirinha7 possui restos de
uma casa de farinha, nele foram encontrados forno, prensa, cocho, depósito,
vidro, bacias de esmalte, fragmentos de louça e cerâmica (Fig. 12), artefatos líticos,
flandres e tembetá (Fig. 13).
2.3.8.
Gameleirinha 8
O sítio arqueológico Gameleirinha8 é outro afloramento
rochoso que possui pilões em rocha (Fig. 14) e artefatos líticos.
2.3.9.
Gameleirinha9
O sítio arqueológico Gameleirinha9 é detentor de restos
de uma residência, onde há fragmentos de vidro e cerâmica (Fig.15), ferro,
pedra de amolar e artefatos líticos.
2.3.10.
Gameleirinha 10
O sítio arqueológico Gameleirinha 10 também contém
restos de uma residência com a presença de artefatos líticos, fragmentos de louça
(Fig. 16) e vidro.
O sítio arqueológico
Gameleirinha 11 também possui restos de uma antiga residência contendo
fragmentos de vidro (Fig.17).
3.1.
Análise pelo parâmetro da Cognoscibilidade
Entende-se como cognoscibilidade a qualidade do que é
cognoscível. A cognoscibilidade depende da relação dialógica entre o sujeito
cognoscente e o objeto cognoscível. Existem objetos que, por sua natureza (essência
ou estrutura) e por seus atributos (aparência) são facilmente identificados.
Outros dependem do conjunto de conhecimentos, da capacidade de percepção ou do
grau de aprimoramento técnico do sujeito cognoscente.
Todo o conhecimento envolve a relação
direta do sujeito cognoscente com algum objeto (a relação de conhecer
diretamente ou, conversamente, de apresentação de um objeto a um sujeito
cognoscente), mesmo que esse conhecimento seja por descrição de outro objeto (RUSSELL,
1966).
A natureza (essência) dos artefatos
humanos preserva-se na sua estrutura. Esta se configura na constituição
(composição) e distribuição de seus componentes. Essas estruturas atendem a
imperativos funcionais relacionados com a sobrevivência de grupos. É por isso
que, pelo parâmetro da cognoscibilidade é possível constatar se universos de
registros rupestres pré-coloniais são predominantemente metonímicos ou metafóricos.
Denominam-se as figuras metonímicas como conhecíveis e as metafóricas como
reconhecíveis. Figuras conhecíveis representam elementos do mundo sensível
sendo, portanto, facilmente identificados. Por não representarem conceitos
conhecidos pelo pesquisador, as figuras reconhecíveis são reconhecidas nas
recorrências.
3.2.
Análise pelo parâmetro da Temática
Temática é o
germe a partir do qual se podem desenvolver diferentes composições para
representar realidades pertencentes ao mundo material ou imaginário. Seu
reconhecimento é possível na peculiaridade das formas. As temáticas das figuras
conhecíveis caracterizam-se pela representação de expressões corporais ou
atributos de identidade, como ornamentação, forma e tamanho. Nas figuras
reconhecíveis, caracterizam-se pela presença de elementosbásicos (signos e significantes,
geométricos ou não) e seu agenciamento nas unidades gráficas.
Pelo critério da temática dominante, relacionada com um espaço
geográfico restrito, filiam-se conjuntos de figuras rupestres em subtradições.
A temática refere-se a preferências nas formas que os autores de uma sociedade
utilizavam para pintar diferentes arranjos que compõem os painéis.
3.3.
Classificação para reconhecimento dos autores
Os artefatos têm diferentes graus de significação para a sobrevivência
dos grupos. Alguns, de significância maior, são, por isso, mais recorrentes que
outros. Agrande quantidade de registros rupestres que se conservaram em abrigos
e escarpas da região Nordeste do Brasil, atesta sua alta significância para os
grupos pré-coloniais. As pinturas e as gravuras são fragmentos do sistema de
comunicação que tinham função mnemônica5. Eram marcadores significativos de memória
para os grupos.
Os registros rupestres são produtos factuais de indivíduos que
compartilhavam mapas cognitivos6 e habilidades técnicas dos grupos a que
pertenciam. Por possuírem atributos qualitativos perceptíveis, elas são divisáveis,
quantificáveis e, por isso, passíveis de estudos científicos.
Fazer ciência é ampliar a compreensão de um universo factual a partir de
um modelo teórico bem fundamentado. Para ordenar, explicar ou interpretar
objetos factuais, quais sejam as pinturas rupestres, todo pesquisador adota um
modelo teórico, constituído de um sistema de conceitos. Da definição precisa
dos conceitos, da argumentação e da adoção de parâmetros compatíveis dependem
as classificações, as explicações e as interpretações. A consistência científica
ou cientificidade das proposições depende, assim, fundamentalmente, da definição
precisa das fronteiras dos conceitos.
3.4.
Pressupostos estruturalistas: sociedades quentes e frias versus metonímia e metáfora
Quando se estudam grafismos rupestres como fonte de dados
antropológicos para reconhecimento de identidades pré-coloniais, buscam-se
reconhecer padrões gráficos que, por serem estruturais, se perpetuam ao longo
de milênios. Os padrões gráficos transmitidos de geração em geração são constituídos
de características que permitem, por isso, atribuir um universo de grafismos a
grupos coloniais e/ou pré-coloniais ligados a uma ancestralidade comum.
Com base nos pressupostos teóricos binários do
estruturalismo europeu, Lévi-Strauss (1908 – 2009), diferenciava as
sociedades humanas em duas classes. Propunha que há sociedades que produzem
seus conhecimentos e artefatos culturais a partir de uma estrutura cognitiva
edificada sobre um arquétipo mitológico. Há outras sociedades, afirmava ele,
que geram seus conhecimentos e artefatos culturais a partir de uma estrutura
cognitiva edificada sobre um arquétipo histórico. Diferenciam-se, assim, as
sociedades humanas como “sociedades frias" e "sociedades
quentes".
As sociedades frias (primitivas) situam-se fora da história.
Elas orientam-se preferencialmente pelo modo mítico de pensar. A partir da
concepção do mito suprimem a dimensão do tempo. Orientam-se, dominantemente,
pela dimensão do espaço. As sociedades quentes (civilizadas) movem-se dentro da
história. Dão ênfase ao progresso e às transformações. Orientam-se,
dominantemente, pela dimensão do tempo (LÉVI-STRAUSS, 1962).
Hernando (2002) caracteriza as sociedades frias como
portadoras de sistemas de comunicação predominantemente metonímicas e as
sociedades quentes como metafóricas. Segundo ela, as sociedades que adotam
preferencialmente o espaço como referência são metonímicas. Metonímia é uma
figura de linguagem que, dada a relação de semelhança ou a possibilidade de
associação, emprega um termo por outro. Metáfora é a palavra ou expressão que
produz sentidos figurados por meio de comparações implícitas. Constrói-se a
partir de equivalência de termos que subentendem um conceito sem relação
aparente com eles. Assim, enquanto no sistema metonímico se estabelece uma relação
direta do termo com o objeto a que se refere (garfo e comida, figura da onça
conhecida pelo autor do registro rupestre e pelo pesquisador), no sistema metafórico
(mulher e gata, figura pectiniforme ou bastonetes paralelos) não se revela o
significado do conceito de sensualidade e das formas representadas,
respectivamente.
Na tentativa de reconhecer a ancestralidade dos grupos pré-coloniais
e coloniais que realizaram as pinturas rupestres do Serrote da Gameleirinha
adotam-se os pressupostos teóricos estruturalistas de Lévi-Strauss (1962) e o
parâmetro da cognoscibilidade. Deduz-se que, nos rituais de realização de
registros rupestres, os grupos metonímicos representavam realidades conhecidas
pelos autores e pelos leitores que a elas tivessem acesso enquanto que as
realidades representadas pelos grupos metafóricos pressupunham o conhecimento
de conceitos subjacentes, acessíveis apenas a quem partilhasse de sua cultura.
O universo de pinturas rupestres da região Nordeste pode ser, assim,
classificado como figuras dominantemente conhecíveis (realistas), realizadas
por grupos metonímicos (sociedades frias) ou dominantemente reconhecíveis
(abstratas), realizadas por grupos metafóricos (sociedades quentes) (Figs. 18 e
19).
Enfatizou-se nesse trabalho a análise das pinturas
rupestres do Serrote da Gameleirinha com base nos parâmetros da
cognoscibilidade e temática. Entende-se como cognoscibilidade a qualidade
daquilo que é cognoscível, ou seja, daquilo que se pode conhecer. A
cognoscibilidade depende da relação dialógica entre o sujeito cognoscente e o
objeto cognoscível. Existem objetos que, por sua natureza (essência ou
estrutura) e por seus atributos (aparência) são facilmente identificados.
Outros dependem do conjunto de conhecimentos, da capacidade de percepção ou do
grau de aprimoramento técnico do sujeito cognoscente. Assim, com base no estudo
do padrão de cognoscibilidade, num universo de 50 figuras, observou-se que duas
são conhecíveis (4%) e quarenta e oito reconhecíveis (96%).
No estudo da temática, as temáticas das figuras
conhecíveis caracterizam-se pela representação de expressões corporais ou
atributos de identidade, como ornamentação, forma e tamanho. As figuras
reconhecíveis caracterizam-se pela presença de elementos básicos (signos e
significantes, geométricos ou não) e seu agenciamento nas unidades gráficas. O
estudo da temática nas pinturas rupestres do Serrote da Gamelerinha resultou na
identificação de 35 temáticas recorrentes (Fig. 20), 8
temáticas não recorrentes e 7 pinturas não foram identificadas por conta da acentuada deterioração. Nessa pesquisa com base nos trabalhos
de Kestering (2007), Lima Filho (2013) e Ribeiro (2014), foram identificadas
duas temáticas que eram não recorrentes e passaram a ser recorrentes, a RT-79 e
a RT-80 (Figs. 21 e 22). A RT-79 era NR-58 na
pesquisa de Ribeiro (2014), e a RT-80 era NR-42 na pesquisa de Lima Filho
(2013). Outra modificação ocorreu na RT-72 (Fig. 23), identificada por Lima
Filho (2013) que era NR-36 na pesquisa de Kestering (2007). O quadro 02sintetiza as mudanças na numeração das
temáticas dessa área arqueológica ocorridas mediante essa pesquisa.
Ao término da classificação das pinturas rupestres
do Serrote da Gameleirinha, pode-se concluir que elas pertencem à Tradição São
Francisco, pois segundo Etchevarne (2007), as formas mais comuns na Tradição São
Francisco são bastonetes, grades, redes, ou então, figuras elaboradas,
retangulares ou quadrangulares, com contornos bem definidos e interiores
divididos em faixas e campos, com preenchimento de linhas retas paralelas ou em
ziguezague (ETCHEVARNE, 2007, p. 32).
Afunilando a classificação das pinturas rupestres
do Serrote da Gameleirinha, pode-se filia-las àuma
subtradição incógnita. Essa subtradição ainda não foi formalmente definida, uma
vez que a área de ocorrência de grafismos com a temática dominante que
caracteriza essa subtradição ainda não foi pesquisada em sua totalidade. Sua
ocorrência é ao sul do Povoado de Piçarrão, no município de Sento Sé –
Bahia, sob os suportes do grupo geológico definido como metagranitóides. Os
metagranitóides possuem uma composição mineralógica diferente das rochas que
suportam os grafismos característicos da Subtradição Sobradinho. A
Subtradição Sobradinho ocorre sob suportes de rochas metassedimentares da Formação
Tombador, Chapada Diamantina. Segundo Kestering (2007), as figuras da temática
dominante dessa Subtradição apresentam traços contínuos, em diagonal ascendente
e descendente, quando horizontais, ou da esquerda para a direita e vice-versa,
quando verticais. Até onde as pesquisas aconteceram na região dos metagranitóides,
a temática dominante da subtradição incógnita representam bastonetes paralelos
e bastonetes paralelos interceptados por traços horizontais. Assim, a
identificação de dominâncias temáticas diferentes, relacionada com suportes de
estrutura e composição geológica díspares sugere a ocorrência de uma subtradição
que não a de Sobradinho.
Com a classificação das pinturas rupestres e o
estudo da temática, pode-se perceber que a dominância temática da RT-16
(bastonetes) reforça a ideia de que as pinturas rupestres do Serrote da
Gameleirinha pertencem de fato à Tradição São Francisco e à subtradição incógnita. Esses grafismos foram
realizados por grupos que Hernando (2002) caracterizaria como metafóricos e Lévi-Strauss
(1962) como sociedades quentes, uma vez que são grupos que realizam seus
artefatos culturais a partir de uma estrutura cognitiva edificada sob um arquétipo
histórico e orientada por uma dimensão temporal.
5.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A pesquisa contribuiu de forma significativa,
servindo de base para a ampliação das informações acerca da ocorrência de
pinturas rupestres diferentes da Subtradição Sobradinho no município de Sento Sé
– Bahia, sendo ainda utilizada como referência para a continuidade das
investigações dos grafismos dessa nova subtradição. Reconhece-se a necessidade
de uma definição formal e acadêmica para essa Subtradição mediante a execução
de uma pesquisa de mestrado ou doutorado, assim como há precisão em perpetuar
as pesquisas nessa região.
—¿Preguntas, comentarios? escriba a: rupestreweb@yahoogroups.com—
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